Esboço digital. Um teste despretensioso para uma caricatura do Lucien Freud que farei em breve.
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sábado, agosto 06, 2011
segunda-feira, dezembro 06, 2010
sábado, outubro 23, 2010
sexta-feira, setembro 24, 2010
Jimi, sempre
domingo, setembro 19, 2010
quarta-feira, agosto 04, 2010
domingo, julho 18, 2010
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
quinta-feira, novembro 12, 2009
Conversa com o Gustavo III

Mais um capítulo da séria série "conversas telefônicas com o Gustavo Duarte rendem desenhos nas folhas mais próximas".
Os anteriores foram a Mangababe e o Homer Simpson.
segunda-feira, agosto 10, 2009
Mangababe

Tava conversando com o Gustavo Duarte no telefone ainda agora.
Conversas com o Gustavo sempre rendem desenhinhos na folha mais próxima.
E, falando no homi, já tô lá na porta do São Cristóvão na próxima quarta-feira pra pegar a minha "CÓ" autografada!
sábado, julho 18, 2009
domingo, julho 12, 2009
Isquéti buque da Clara
quinta-feira, junho 25, 2009
terça-feira, junho 09, 2009
domingo, setembro 28, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
terça-feira, setembro 09, 2008
O pulso ainda pulsa...

Amy Winehouse é o novo Ronaldinho Gaúcho da caricatura e quem sou eu pra dizer que não. Peguei o caderninho e fiz a minha versão (a primeira...).
E já que o assunto é reabilitação, vamos tirar o pó dos móveis, as teias de aranha dos cantos e abrir as janelas que esse blog tá com mó cheiro de mofo. As coisas vão mudar um pocuo por aqui, tô pensando em dar mais ênfase às coisas que faço pra mim sem as pressões da publicação, até pra me auto-estimular-a-mim-mesmo-enquanto-eu no exercício de fazer essas coisas...
Obrigado aos que nunca perderam a esperança e continuaram teimando em aparecer por aqui. Abraço!
sexta-feira, dezembro 21, 2007
quarta-feira, novembro 21, 2007
quinta-feira, agosto 23, 2007
De Júlio César a Suassuna

Rabisquei esse Ariano Suassuna me baseando numa distorção que eu tinha visto em alguns trabalhos do Loredano. Coisa de exercitar a mão, entende?
Um deles é esse Julio César aqui embaixo.

O qual, por sua vez, pode ser encontrado no descabaçante Alfabeto Literário da Ed. Capivara que foi meu livro de cabeceira durante alguns meses. Antes de dormir eu ia lá, dava uma folheada, dormia e tinha uns sonhos meio estranhos.

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